Sound In Light / Light In Sound
Review engraçada a uma das minhas bandas preferidas (das que mais amo e odeio ao mesmo tempo): Blasted Mechanism
http://www.havidaemmarkl.com/2007/03/14/como-uma-graphic-novel-so-que-com-sons
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Review engraçada a uma das minhas bandas preferidas (das que mais amo e odeio ao mesmo tempo): Blasted Mechanism
http://www.havidaemmarkl.com/2007/03/14/como-uma-graphic-novel-so-que-com-sons
Frango guisado com massa (tagliatelle com ovo e tempero de ervas), alface (temperada com azeite, oregãos, vinagre e sal) e banana (cortada às rodelas).
A preparação é óbvia mas não quero deixar de recomendar que a massa seja cozida apenas em água, sal e ervas durante 8 minutos para ficar "al dente". No fim passa-se por àgua fria e junta-se margarina (que deve derreter no mesmo tacho, ainda quente, onde foi cozinhada a massa.
O tempero da alface deve ser ligeiramente exagerado.
O frango deve estar pouco "cozido".
O prato é dividido em quatro zonas de diverentes cores, temperaturas e sabores.
Bom apetite!
Entre folhas de texto com pó e mapas de bit já sem cor encontrei um velho texto que me fez sorrir. Parece que fala sobre música e Música...
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28-04-2005 - 10:48:49 AM
A música enquanto forma de expressão artística é pura e desinteressada. Não há ódio entre expressões de sentimentos nem que esses sentimentos expressos sejam ódio... Mas naquilo a que chamam mundo da música, que é na verdade o comércio da música, há muita sujidade! Em conversa com artistas, uns já famosos, outros nem tanto chegamos todos a esta mesma conclusão... Há rancores, ódios e interesses no "mundo da música", mas isso não nos deve espantar porque em tudo o que o Homem faz que seja possível haver pelo menos duas classes distintas todos querem invariavelmente chegar à classe superior. Isto é universal e aplica-se de uma forma ainda mais vincada a tudo o que envolva dinheiro ou reconhecimento público (que é a mesma coisa, ou quase). Ora acontece que o "mundo da música" se tornou desde meados do século XX num negócio, mais do que arte... Surge aqui a questão do profissionalismo: é profissional aquele que ganha dinheiro só com a música? Aquele que vive de uma forma de expressão? Então vamos cair no utilitarismo de criar música que sirva necessidades em vez de música que expresse sentimentos (arte). E se formos por este prisma, o músico profissional acaba por ser menos "profissional" que o amador porque o amador dá tudo o que tem pela arte e para se exprimir, enquanto o profissional dá o que tem de dar para receber dinheiro... Quero ser amador o resto da minha vida! Se ser profissional é abdicar do lado artístico, não quero... E a verdade é que os músicos são empurrados para a profissionalização no sentido que já falei, a do dinheiro e fama. A profissionalização que devemos procurar é a de conseguir viver só para a música e não a de viver só da música. Isso é o que eu quero.
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